segunda-feira, setembro 25, 2017

Mulher arranha rosto em árvore para simular agressão em blitz no DF; veja vídeo

Do G1 DF e TV Globo

Vídeo gravado por policial do DF mostra mulher de 21 anos batendo rosto em árvore para simular agressão em blitz (Foto: TV Globo/Reprodução)Vídeo gravado por policial do DF mostra mulher de 21 anos batendo rosto em árvore para simular agressão em blitz (Foto: TV Globo/Reprodução)
Vídeo gravado por policial do DF mostra mulher de 21 anos batendo rosto em árvore para simular agressão em blitz (Foto: TV Globo/Reprodução)
Uma mulher de 21 anos foi gravada arranhando o próprio rosto em uma árvore após ser parada em uma blitz no Sudoeste, no Distrito Federal, na noite deste sábado (23). No vídeo, filmado por um policial rodoviário, ela tenta simular que sofreu uma agressão (veja abaixo).
Os militares e agentes do Detran disseram à TV Globo que a motorista apresentava sinais de embriaguez e que se recusou a soprar o bafômetro. Ao desacatar os funcionários com palavrões e se negar a acompanha-los até uma delegacia, os policiais tentam algemá-la, mas a jovem se descontrolou.
"Só quem é preso é pobre nesse Estado. Eu não vou presa"
Motorista desacata policiais em blitz e simula agressão
No vídeo, aparentando descontrole, a motorista questiona "vocês querem me prender?", deixa a bolsa no chão e segue em direção a uma árvore, onde bate o rosto no tronco. Ela retorna e começa a acusar os agentes e policiais de agressão.
"Filma! Agora filma! Filma a hora que ele bateu na minha cara! Filma a hora que ele enfiou a mão na minha cara", diz. "Olha aqui como é que tá a minha cara!" O agente do Detran responde que ela havia acabado de "passar o rosto na árvore", ao que a jovem rebate: "É mentira."

Exame deu negativo

A motorista foi levada ao IML para fazer o exame que mede o nível de álcool no sangue e o resultado deu negativo. Ela assinou um termo de compromisso na 5ª DP, na Asa Norte, e foi liberada.
Segundo o comandante da polícia de trânsito, Alexandre Souza Oliveira, é provável que o resultado do exame tenha sido diferente do que acusaria o bafômetro, caso tivesse sido soprado no momento da blitz – a motorista se recusou a fazê-lo.
"Tudo leva a crer que naquele momento ela estivesse sob efeito de álcool, mas o exame da polícia civil foi feito no IML algumas horas depois e não acusou."
Informações do G1

Por que o Uber não vai mais poder operar em Londres

Celular com aplicativo Uber
Image captionOs serviços do Uber foram suspensos pela Transport for London, agência que regula o transporte em Londres
O aplicativo de transportes Uber perdeu a licença para operar em Londres, um de seus maiores mercados no mundo. A permissão atual só vale até o dia 30 de setembro.
A licença foi cassada pela Transport for London (TfL), agência que regula o transporte na capital inglesa - a empresa americana afirmou que vai recorrer da decisão.
Ainda não está claro até quando o aplicativo ficará disponível para os cerca de 3,5 milhões de clientes na capital britânica. A decisão deixou apreensivos os mais de 40 mil motoristas que trabalham para a empresa em Londres.

O que a companhia fez de errado?

A Transport for London afirmou que a Uber é "inapta e inadequada" para manter a licença de operação na cidade. O prefeito de Londres, Sadiq Khan, apoiou a decisão.
Segundo a agência, houve falta de responsabilidade da empresa com "potenciais implicações de segurança e proteção pública". O órgão demonstrou preocupação com a falta de informações de casos de crimes ocorridos dentro dos carros e a forma como a empresa obtém certificados médicos e antecedentes criminais de seus motoristas.
Outro motivo apontado pela agência foi o uso do software secreto Greyball, que seria capaz de dificultar a inspeção de autoridades ao aplicativo. Em março deste ano, o jornal americano The New York Times afirmou que a Uber estava usando o programa, que permitia identificar possíveis fiscalizações em regiões em que o aplicativo ainda não era permitido e impedir que agentes conseguissem pedir carros.
A empresa negou os apontamentos da TfL e disse que nunca usou a ferramenta Greyball no Reino Unido.
Image copyrightGETTY IMAGESTela de telefone celular com aplicativo Uber
Image captionUber teria usado programa para "despistar" inspeções

Até quando o Uber vai estar disponível em Londres?

A Uber tem 28 dias para apelar da decisão. Fred Jones, um executivo da companhia no Reino Unido, afirmou à BBC que a empresa vai apresentar um recurso na Justiça e deve continuar operando depois de 30 de setembro.
Segundo a TfL, o aplicativo pode continuar operando até que todos os recursos do processo estejam esgotados.
Nigel Mackay, advogado do escritório Leigh Day, que já trabalhou em casos sobre práticas da Uber, afirmou que os "recursos podem chegar até a Suprema Corte".
"Esse pode ser um processo longo, e é difícil prever exatamente quanto tempo vai durar", disse.

Os rivais do aplicativo podem se beneficiar?

Os tradicionais taxistas de Londres se opuseram fortemente à presença do Uber na cidade, movimento que se repetiu em outras grandes cidades do mundo.
E a Uber, que conseguiu a licença de cinco anos em 2012, também se tornou uma grande ameaça para pequenas empresas de táxi e de transporte.
A decisão de Londres virou oportunidade para as mesmas empresas retomarem seus clientes, segundo Joseph Evans, analista da empresa Enders Analysis.
"Se a Uber não conseguir reverter a decisão, obviamente será uma grande oportunidade para as empresas rivais", disse. "As empresas de táxi lançaram tecnologia muito similar e com preços competitivos", afirmou.
Essas empresas agora oferecem reserva, busca mais rápida do passageiro, melhor transparência sobre a localização dos motoristas e pagamento online.
Image copyrightAFPProtesto de motoristas de táxi
Image captionMotoristas de táxi do Rio protestaram contra a presença do aplicativo na cidade

O Uber já teve problemas parecidos em outros lugares?

Sim. No ano passado, por exemplo, a empresa teve de deixar a cidade de Austin, no Texas, após um referendo exigir uma checagem mais rigorosa dos antecedentes criminais dos motoristas que trabalham para o aplicativo.
O serviço só retornou à localidade após fazer algumas mudanças no sistema de recrutamento, o que pode acontecer em Londres.
O aplicativo também enfrenta problemas em outras grandes cidades europeias, como Paris, Bruxelas e Madri.
Em junho de 2014, motoristas de táxi de vários pontos da Europa entraram em greve em protesto contra a "falta de regulação de aplicativos de transporte".
Em setembro do mesmo ano, um tribunal de Frankfurt, na Alemanha, decidiu que a Uber não tinha permissão legal para operar em acordo com as leis do país. A companhia então decidiu retirar seu serviço das cidades de Frankfurt, Hamburgo e Dusseldorf, argumentando que a regulação prejudicou seus negócios.
Uma nova legislação para motoristas na Dinamarca, em 2016, também fez a empresa deixar o país depois de três anos de operação. Em pronunciamento, a companhia afirmou que a regulação do serviço precisava de mudanças.
No começo do ano, o Uber também foi banido da Itália por um tribunal de Roma. A corte seguiu um pedido do sindicato dos taxistas, que alegava "concorrência desleal" por parte da companhia americana. Posteriormente, a decisão foi anulada depois de um recurso da empresa.
No Brasil, um projeto de lei que regulamenta os aplicativos de transporte foi aprovado em abril na Câmara e está tramitando no Senado. O projeto cria uma série de exigências para que esse tipo de serviço, incluindo uma autorização das prefeituras.
Em São Paulo, a Uber também enfrentou resistência dos motoristas de táxi, que realizaram uma série de protestos contra o serviço. Carros do serviço chegaram a ser atacados. O prefeito da cidade, João Doria (PSDB), passou a exigir uma série de regras para que esses serviços funcionassem, como curso de direção, "traje social" e identificação nos veículos.
Informações BBC BRASIL.

Liga ilheense de futebol amador elege nova diretoria

Na noite do último sábado, 23/09 aconteceu  a eleição da Liga ilheense de futebol, e na oportunidade, a única chapa inscrita para a disputa da eleição, a chapa Unidos pela renovação, foi eleita por aclamação, pelos presidentes dos clubes que tinham direito a voto: Colo-Colo, Vitória, APPM, Santa Fé e Juerana. Quincas Ribeiro e toda sua diretoria, foram eleitos para comandar os destinos da liga ilheense de futebol para o próximo quadrienio.
A chapa eleita tem a seguinte composição:
Quincas Ribeiro – presidente;
Zé Cacá – vice presidente;
Márcio Garcia – segundo vice presidente;
Diretor financeiro
Elias Reis
Conselho fiscal efetivo:
Fábio Machado Silva;
Ranato Conceição Sena;
Hilmario Ursulano Rocha;
Conselho fiscal suplente:
Alex Santos Pinto;
Roque José Ribeiro Almeida;
Diretor administrativo
Paulo Emilio;
Diretor de Arbitragem
Felizberto Santiago;
Diretor de comunicação
Júlio  César Santos.
Lembrando que a nova diretoria foi empossada logo após a aclamação. Todos os requisitos legais foram cumpridos, diante de todos e com suas respectivas assinaturas em documento próprio.
Matéria original do site http://jornaldoradialista.com.br

Vitória supera Atlético-MG fora de casa e deixa o Z-4

 Vitória supera Atlético-MG fora de casa e deixa o Z-4
Foto: Daniel Teobaldo/Futura Press/Estadão Conteúdo
O Vitória fez jus à fama de “visitante indigesto” e venceu o Atlético-MG por 3 a 1, neste domingo (24), no Independência, em Belo Horizonte (MG), válido pela 25ª rodada do Campeonato Brasileiro. Neilton, Yago e Santiago Tréllez anotaram para o Rubro-negro baiano, enquanto Cazares balançou a rede para o Galo. Com o resultado, o Leão chegou aos 29 pontos e deixou o temido Z-4.  Informações BNE.

Voos de Funaro batem com datas de repasses a Geddel, diz investigação

O relatório da Polícia Federal sobre o "Quadrilhão do PMDB" na Câmara, que embasou denúncia do ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot, apresenta um capítulo sobre pagamentos de propinas à suposta organização criminosa do partido. Em tópico relacionado somente ao ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB-BA), as investigações apontam para voos do delator Lúcio Funaro com destino a Salvador, onde permanecia por aproximadamente meia hora, decolando de volta ao ponto de partida.
As datas e horários, fornecidos aos investigadores por empresa dona do hangar, são equivalentes às apontadas em planilhas de Funaro em que são registrados supostos pagamentos ao ex-ministro. Segundo a PF, documentos apontam para repasses de R$ 16,9 milhões do operador a Geddel somente entre 2012 e 2015.
Geddel está preso preventivamentedesde o dia 8 de setembro, após a Polícia Federal descobrir, na Operação Tesouro Perdido, um apartamento em Salvador a apenas 1,2 Km da casa do peemedebista, com R$ 51 milhões em dinheiro vivo em malas e caixas. Ele é investigado na Operação Cui Bono? por supostos desvios oriundos de liberações de empréstimos à época em que foi vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal.
O dinheiro tinha as digitais do ex-ministro e do ex-chefe da Defesa Civil de Salvador, Gustavo Pedreira Couto Ferraz. Aliado ao PMDB na Bahia, Ferraz é apontado pela PF como o interposto que teria pego dinheiro para Geddel do doleiro Lúcio Funaro em São Paulo.
Em delação, Funaro afirma ter feito pagamentos de R$ 20 milhões ao peemedebista. Desse total, a PF encontrou registros de voos e pagamentos em planilhas que supostamente são relacionados aos repasses de R$ 16,9 milhões.
Nas planilhas do delator, Geddel é associado às indicações "G", "Ge", "Gu", "Ged", "Gued", "If/g" e "If-salv", de acordo com a PF.
O doleiro alegou que teria entregue valores e o ex-ministro teria feito entregas a um hangar da Aero Star Taxi Aereo LTDA, no aeroporto de Salvador. A empresa forneceu as informações sobre pousos e decolagens do delator. Cruzando dados fornecidos pela empresa com planilhas de Funaro, a Polícia Federal identificou indícios de pagamentos a Geddel.
"Com relação ao registro de pagamento referente ao dia 30/01/2014, dos valores de R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais), em oficio emitido pela empresa Aero Star, verificou-se que Lúcio Funaro contratou, por meio de sua empresa Viscaya Holding Participações, intermediações, estruturações e serviços LTDA, serviços de "hangaragem" no dia 29/01/2014, um dia antes da data registrada na planilha de pagamentos a Geddel. A aeronave, PT -MJC, de propriedade de Lúcio Funaro, permaneceu do hangar da empresa por apenas 30 minutos. Entre 19:02h e 19:32h. Esse curto período de parada, juntamente com os contextos apresentados, permitem inferir que o objetivo da viagem teria sido unicamente para a entrega de valores conforme a planilha de Funaro", conclui a PF.
Em situação semelhante, no dia 17 de fevereiro do mesmo ano, quando o doleiro registrou pagamento de R$ 650 mil a Geddel em suas planilhas, consta na ficha de atendimento de serviço de ‘hangaragem’ da Aero Star Taxi Aéreo para o avião de Lúcio uma permanência de apenas 42 minutos. Segundo a PF, ‘esse período curto reforça, mais uma vez, as declarações de Lúcio Funaro sobre o fato de ter viajado até Salvador com a única finalidade de proceder à entrega de valores no hangar da empresa’.
A Polícia Federal ainda relata situações semelhantes em que os voos de Funaro, com permanência curta em Salvador, batem com registros de supostos pagamentos a Geddel.
Em uma das ocasiões em que o doleiro relata ter feito entregas a Geddel Vieira Lima em março de 2014, quando ficou hospedado no hotel Pestana, em Salvador. De acordo com o doleiro, o peemedebista teria chegado em sua Cherokee.
A Polícia Federal recebeu, do hotel Pestana, o registro de hospedagem de Funaro e identificou, na declaração de bens de Geddel, a Cherokee mencionada pelo delator.
Funaro ainda entregou doação oficial por meio de empresa à qual é ligado, a Araguaia Energia Elétrica, no valor de R$ 50 mil, ao PMDB da Bahia, cuja pessoa jurídica está em nome de Geddel.
Informações A Tarde.