sábado, dezembro 31, 2011

ASSEMBLÉIA GERAL DOS RODOVIÁRIO ACABA EM CONFUSÃO E SEUS DIRETORES VAI PARAR NA DELEGACIA DE ILHÉUS.

POR ALAN MARINHO.

No dia de hoje (30) aconteceu uma confusão na assembléia de cumprimento a um termo de ajuste de conduta expedida pelo Ministério Publico ao sindicato dos rodoviários, aonde foram parar na delegacia, o presidente estadual da UGT (União Geral dos Trabalhadores) Magno Lavigner e o Motorista da Empresa São Miguel Ney Santana da Silva. Segundo Magno estiveram presente por lá a entidade de oposição CTB que ele diz ser do PC do B e o pré-candidato a Prefeito o Procurador Federal Israel Nunes, com sua esposa que é advogada da chapa do CTB. Ele disse que foi feita toda assembléia e discussões acima do TAC e que toda categoria votou e aprovou todas as propostas do sindicato,quando Magno Afirmou que alguns elementos tentaram agredir os diretores do sindicato e a ele ameaçado por conta da derrota da chapa opositora, e afirma que a chapa do CTB só tem dois que são rodoviários que os outros não são afirmando que alguns fazem parte de transportes clandestinos e que os outros são, oportunistas que até sindicato dos supermercados eles tentaram fundar atrapalhando o sindicato dos comerciários atual. E por final complementou dizendo que a UGT vai continuar apoiando e defendendo a diretoria atual que vem cumprindo a suas tarefas perante a categoria. E se precisar até entrar na Justiça. Já o Motorista da Empresa São Miguel, Ney Santana da Silva, Afirmou que desde o inicio não tinha sido permitida sua entrada e ele afirmou que o Magno Lavigner pisou em seu pé e bateu em seu rosto e com palavras de baixo calão diversas vezes direcionado a ele. Após a relativa dificuldade de sua entrada ajudada pela categoria, ele dizia ser contra o que aconteceu na assembléia, pois o sindicato forjou uma decisão que ia de encontro ao interesse da categoria que era a prorrogação de (6) seis anos de mandato da diretoria atual. 

Mas um fato curioso aconteceu, foi que o Motorista da Empresa São Miguel, Ney Santana da Silva realmente não pôde registrar sua versão na delegacia. E foi expulso de um recinto publico e impedido de depor sua versão da história. Agora vejamos... O boletim de ocorrência (BO) é, sem dúvida, o documento mais importante produzido pela Polícia. As informações nele contidas são de suma importância, podendo ser cruciais no desfecho de um processo, visto terem sido colhidas ou observadas ainda no calor dos acontecimentos. 





É também um precioso meio de resguardo da legalidade em que se pautou a ação. E um servidor altamente grosseiro e abusivo impediu até mesmo a atuação desse que vos fala e exigiu de uma forma extremamente abusiva que eu desligasse a câmera fotográfica ferindo a irrestrita liberdade de imprensa no Brasil. Sou testemunha do abuso deste servidor que nem sei dizer exatamente se ele era um agente policial, que abusou demais da sua posição naquele momento.

Um comentário:

  1. De:Carlos Oliveira Para:RUMAS
    O ex- secretário do governo municipal e presidente estadual da UGT, Magno Lavigne é mentiroso, e todos sabem.
    Ele não se envolveu em nenhuma confusão. Ele forjou uma confusão, para se apropriar de um boletim de ocorrência policial a fim de sair como vítima. Achando ele que isso iria intervir ou alterar a decisão dos rodoviários, que querem tirá-lo da direção do sindicato.
    Ninguém tentou agredi-lo e nem tão pouco aos diretores do sindicato. As agressões e ameaças vieram da parte dele contra o rodoviário Ney que foi agredido com um tapa no rosto e palavras de baixo nível, ao reclamar que é associado e os diretores não queriam deixá-lo entrar para participar da assembléia.
    Ao contrário do que afirma Magno, não houve chapa opositora e nem tão pouco chapa derrotada, já que não se tratava de uma eleição sindical, mas, uma assembléia para discutir reforma estatutária e confirmação ou não do mandato para seis anos. A decisão da assembléia foi contrária ao mandato de seis anos, e favorável ao mandato de quatro anos. Esse foi o motivo que levou ao desespero os falsos sindicalistas, que, estando com o mandato vencido, ao darem-se conta do resultado da assembléia negaram-se a lavrarem a ata, armando em seguida toda confusão na tentativa de envolver os rodoviários presentes em uma cilada.
    Apesar de não ter sido lavrada a ata, todos sabemos da vitória dos rodoviários. Sabemos também da necessidade, urgente, de eleição para escolha de novos dirigentes.

    O Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Ilhéus (SINDROD) há mais de 14 anos, tem sido administrado pelas empresas. Foi um golpe aplicado pelo antigo gerente da São Miguel, e a atual diretoria sindical, colocando como representantes do sindicato pessoas que nunca tiveram nenhum vínculo com a classe rodoviária, com o propósito de neutralizar a categoria de ações e conquistas. O pacto feito pelos dois deixa o nosso sindicato perpetuamente no comando das empresas e, em troca, as empresas perseguem os trabalhadores que tentam colocar uma chapa para concorrer à eleição sindical.
    Em 2006, de uma forma antidemocrática, a atual diretoria, não permitindo a inscrição de uma segunda chapa, declarou-se eleita para o mandato de 04 anos; No ano seguinte, 2007, fez uma assembléia sem que a categoria tivesse conhecimento e acrescentou mais 02 anos, passando para 06 anos o período do mandato.
    01 ano já se passou na ilegalidade. Depois de muitas lutas, demissões, perseguições e ameaças, o “Grupo Amigos Rodoviários” denunciou junto ao Ministério Publico do Trabalho, os desrespeitos praticados pelos dirigentes do sindicato, conquistando o direito de realizar uma Assembléia Geral para ratificação de alteração estatutária que ampliou o mandato da atual diretoria para 06 anos, alteração de algumas cláusulas do Estatuto, e publicidade e transparência ao processo eleitoral do Sindicato, para desfazer essa irregularidade.
    O que se espera de um representante sindical é que ele lute pelas conquistas de sua classe; que esteja junto ao trabalhador, e não do lado do patrão, como se fosse legalmente sindicato da empresa.

    Amigos Rodoviários.
    “Unidos somos mais fortes”

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